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RELEASES E SUGESTÕES DE PAUTA
Varizes
são vasos dilatados que dificultam a circulação do sangue e são mais freqüentes
em pessoas acima dos 40 anos e em
mulheres. Há vários fatores que contribuem para o seu aparecimento, tais como
hereditariedade, gravidez, obesidade, cigarro, alterações hormonais, vida
sedentária.
Dependendo
do tamanho e do local da veia, o problema é avaliado como varizes ou
microvarizes. As microvarizes não apresentam riscos à saúde, pois impedem
apenas a circulação sangüínea local, não necessitando de uma remoção.
Apesar de não aumentarem de tamanho, as microvarizes se multiplicam e
comprometem a estética, além da sensação de peso e ardência nas pernas.
Segundo
o doutor José João Lopes, angiologista e cirurgião vascular, as varizes
requerem tratamento. As veias tornam-se mais salientes e interferem em toda a
circulação da perna, colocando a saúde em risco e podendo causar hemorragias
no estado avançado.
Está comprovado que há um aumento da incidência de problemas vasculares em mulheres que se submetem a tratamentos com hormônios. Atualmente, não há dúvidas sobre o surgimento de um quadro de varizes, além da maior incidência de trombose venosa aguda profunda, como resultado do uso de anticoncepcionais. Estes transtornos também ocorrem em mulheres que, na menopausa, receberam estrógeno.
Segundo
o cirurgião vascular Dr. José João Lopes, o estrógeno, justamente, é o
grande vilão das doenças circulatórias, acrescentando que “para se ter uma
idéia da dimensão dessa correlação, basta dizer que é totalmente contra
indicado o uso deste hormônio em pacientes que têm, ou tiveram, trombose
venosa profunda”. O estrógeno também pode causar agravamentos em outras
patologias como a arteriosclerose.
Há
cinco técnicas para retirar as varizes. De acordo com o especialista, Dr. José
João Lopes, o tratamento a laser, por exemplo, apesar de poucos médicos
utilizarem essa técnica, é um das mais eficazes, pois o paciente se recupera
rapidamente, não causa hematomas, é menos doloroso.
Esses benefícios, entre outros, decorrem da simplicidade de uma técnica que consiste na introdução de uma fibra óptica na veia a qual é controlada através de ultra-som e, como a ponta da fibra é luminosa, o seu posicionamento é facilitado uma vez que é visível através da pele.
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