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RELEASES E SUGESTÕES DE PAUTA

 

DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL AUXILIA 
NA RECUPERAÇÃO PÓS-CARNAVAL


Técnica desintoxica o organismo e elimina o excesso de líquidos retidos

Chega o fim do Carnaval e com ele muito cansaço, inchaço e sobrecarga no organismo. Após abusos e excessos, os efeitos são percebidos e muitos se perguntam o que fazer para amenizar as conseqüências da folia.

O esteticista e cosmetólogo Orlando Sanches explica que a Drenagem Linfática Manual auxilia na recuperação. "O estímulo linfático ajuda na eliminação de algumas toxinas que se acumulam, devido aos excessos físicos". Além de eliminar as dores nas pernas resultantes da retenção de líquidos, a técnica é efetiva como relaxante e sedativo, devido ao ritmo lento das manobras.

Contudo, Orlando Sanches alerta que a Drenagem Linfática Manual não pode ser reduzida a uma técnica de massagem relaxante ou estimulante do trato urinário. Seu uso não pode ser indiscriminado e o profissional que a aplica deve conhecer, o mais profundamente possível, tanto a anatomia e a fisiologia do corpo humano, quanto as reais aplicações às quais essa técnica pode ser indicada. 

Procedimento que utiliza as mãos do terapeuta imitando os movimentos naturais do nosso corpo, a Drenagem Linfática Manual proporciona ao Sistema Linfático uma maior agilidade em seu funcionamento e, conseqüentemente, facilita o escoamento dos líquidos excedentes entre as células. 

Indicada para edemas pós-traumáticos, como os que surgem em contusões, bem como em edemas que provocam dores de cabeça ou dores na coluna vertebral, a Drenagem Linfática estimula a imunidade e favorece a regeneração dos tecidos; exerce efeitos sobre o sistema nervoso de forma tranqüilizante, relaxante e analgésica, além de ajudar a não armazenar líquidos, sobretudo se a pessoa tiver a tendência de retê-los.

Orlando Sanches enfatiza que a Drenagem Linfática Manual é contra-indicada nos casos em que o paciente esteja alcoolizado ou drogado, em crise de asma brônquica, em cardiopatias, nas doenças infecto-contagiosas como sífilis, hepatite etc., nos casos de câncer, trombose, inflamações agudas (pneumonia, febre, furúnculo, etc.), sarcoma ou insuficiência renal.

O especialista aponta para alguns "mitos" que se formaram em torno da técnica e, reforçando a função coadjuvante deste método, esclarece que não reduz medidas nem gordura localizada, não elimina a celulite e não rejuvenesce. 

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